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“(...) Este espírito de vaivém no tempo está bem expresso na programação do presente Festival. João Paulo Seara Cardoso, marionetista e encenador português, Maio. 1990
“...o Festival não é apenas uma montra de espectáculos mas sim um momento de idealização e criação artísticas. Um outro elemento que distingue este Festival dos outros é a atmosfera que se respira no Porto durante estes dias de Festa. Aqui há múltiplos momentos de encontro e de partilha com outras companhias. É o lugar do Reencontro. E depois há a amizade, a sinceridade das pessoas que aqui trabalham, acompanhando todos os passos do evento, não porque “tem que ser” mas porque querem e acreditam. E isto é muito importante porque aqui no Porto não se é apenas convocado pela sua arte, mas para Dar e Receber.” Claudio Cinelli, marionetista italiano, 13. Maio. 1992
“A marioneta não é apenas uma coisinha graciosa que nos faz rir, é também uma chave para o conhecimento de nós próprios e da realidade que nos cerca. Alberto Bagno, investigador francês sobre o fenómeno da marioneta, 16.Maio.1992
“Este é um Festival que tem crescido de ano para ano. Sobretudo a nível de público nota-se um significativo aumento desde o primeiro ano. Diego May, director do Teatro Gioco Vita, Itália, 14.Maio.1994
“A qualidade dos espectáculos, o acolhimento, a tua presença (isabel) e a da tua equipa tão calorosa e tão empenhada, favoreceram o «Encontro». As trocas formais ou informais, darão certamente os seus frutos em colaborações e criações futuras. Elisabeth Disdier, coreógrafa e encenadora francesa, 26.Maio.1996
“... o Porto tornou-se uma das estrelas da constelação de lugares sagrados do nosso universo de marionetas... E o mundo das marionetas pode mandar as suas aventuras ao Porto com o fruto das suas descobertas e explorações – artistas que como navegadores e missionários, estão, neste momento único da sua história, explorando novos mundos, desenhando novos mapas, construindo novas catedrais.” Roman Paska, marionetista americano, 1998
“Felicito pela qualidade da sua programação mas fiquei surpreendido, tendo em conta a notoriedade do Festival e a qualidade dos espectáculos, com os poucos meios atribuídos a esta manifestação de amplitude nacional.” Cristopher Blandin-Estournet, programador artístico do Parc La Villette, 16. Dezembro. 2002
“Os espectáculos a que pude assistir, eram de muito alta qualidade tanto em termos artísticos como da sua realização nos diversos e interessantes espaços/teatros. Fiquei muito contente com a sua coragem de mostrar também produções inovadoras e «arriscadas». Annette Dabs-Baucks, Deutsches Forum Fuer Figurentheater (dfp), 3. Janeiro. 2003 “A miudagem do Porto está na maior! José Agostinho, Jornal de Noticias, 23. Abril. 1989
“(...) uma forma de animação inédita na cidade. Teixeira Mendes, O Primeiro de Janeiro, 5. Maio. 1989
“O FIMP ganhou prestigio logo a partir da sua primeira edição há um ano. Jornal de Notícias, 11. Maio. 1990
“A cidade do Porto conta com um Festival de Teatro de Marionetas de real categoria e de grande nível. Agostinho Chaves, O Comércio do Porto, 19. Maio. 1991
“As marionetas são um dos sinais que melhor simbolizam as relações no quotidiano do mundo moderno e uma chave decisiva para a “leitura” do nosso tempo? Alberto Bagno, investigador deste fenómeno, diz que sim e, por isso, trouxe ao Porto o resultado de 15 anos de pesquisa: 400 do 25 mil documentos que já recolheu e analisou.” José Gomes Bandeira, Diário de Notícias, 16. Maio.1992
“(...) Já consagrado a nível internacional, onde se encontra entre os quatro ou cinco melhores europeus, o FIMP parte este ano para o reconhecimento nacional, na busca do equilíbrio interno e externo.” O Dia, 18. Abril. 1993 “O Porto continua a ser a capital das marionetas, através de um festival que tem proporcionado momentos de rara beleza. Os magos desta arte secular (Jordi Bertrand, Roman Paska, Gilbert Meyer) , marionetistas geniais que dão vida e magia aos pequenos bonecos animados, estão presentes (...) Jornal Público, 12. Maio. 1993
“Fantasia «non-stop» O FIMP divulgou até hoje, em apenas cinco edições, o trabalho de 72 grupos. Razão por si só suficiente para garantir continuidade à iniciativa, com novidades sempre acrescidas.” Rodrigo Affreixo, Diário de Notícias, 6.Maio.1994
“O FIMP é, a par do FITEI e do Fantasporto, uma das grandes manifestações culturais da Cidade dita Invicta. Tem um público certo e mobiliza multidões que fazem inveja a muita gente. Manuel João Gomes, Jornal Público, 17. Maio, 1994
“Começou há sete anos a descobrir novos mundos para o Porto. E de então para cá, o mundo habituou-se a ver marionetas no Porto. A sétima edição do festival começa hoje, traz muitos grupos e trabalhos de três continentes, mas, sobretudo, uma interrogação – como é que ainda há quem não veja esta forma de espectáculo? Será que pensam que é só para crianças? António Diegues Ramos, O Comércio do Porto, 3. Maio. 1996
“O programa desta edição teve, pois, um alcance mais vasto do que um desfile de espectáculos. Desenvolveu segmentos paralelos nas áreas da formação e da criação e promoveu um conjunto de mostras para as escolas. Mais do que o sentido pedagógico, revela-se o estímulo – a apreensão pelo prazer – pelas artes cénicas.” Jornal de Notícias, 12. Maio. 1996 Mónica Monteiro Santos, site Euronotícias, 1. Dezembro. 2000
“O FIMP voltou ao Porto (...) Dora Gonçalves, O Primeiro de Janeiro, 13. Dezembro. 2000
“Marionetas à moda do Porto Antes de mais nada, parabéns ao FIMP: daqui a algumas horas arranca o primeiro espectáculo desta 10ª edição! E, apesar de todos os contratempos, a equipa chefiada por Isabel Alves Costa conseguiu montar um festival com espectáculos de qualidade para um público muito heterogéneo. E agora vamos ao que interessa, as marionetas!” Notícias Magazine, 1. Dezembro. 2002
“Esteve por um triz para não acontecer. E, «só devido à persistência de alguns» é que foi possível elaborar, em apenas um mês, a programação de mais um FIMP, criado há 14 anos. O FIMP espera, há meses, pelo subsídio do IPAE, mas até agora «não entrou um único cêntimo». No entanto, apesar de «feito à pressa» o programa merece que não perca pitada.” Visão 7, 5. Dezembro. 2002 |